
Representantes do Programa Estratégico de Estruturas Artificiais Marinhas da Paraíba (PREAMAR), iniciativa que conta com o gestão administrativa e financeira da Fundação de Educação, Tecnologia e Cultura (Funetec), participaram na última terça-feira (10) da primeira reunião do Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental (APA) Naufrágio Queimado. A área criada por decreto estadual corresponde a 10,2% da plataforma continental da Paraíba, e permite, com restrições, a atividade pesqueira amadora artesanal.
A reunião ocorreu no Espaço Oceano (Instituto de Pesquisa e Ação-InPact) localizado na praia do Seixas e contou com a participação da gestora da Unidade de Conservação, Maria Cristina Vasconcelos, representantes da sociedade civil, do poder público e de órgãos de controle ambiental como a Sudema e Semam além da Capitania dos Portos da Paraíba. A Funetec participa do programa através de uma parceria com o Governo do Estado e o IFPB, as entidades assinaram um termo de cooperação técnica e científica que assegura a execução do programa.
O professor Cláudio Dybas, que coordena o PREAMAR, aproveitou o encontro para detalhar os objetivos do programa, as metodologias e as etapas previstas que incluem a instalação dos recifes artificiais (estruturas colocadas no fundo do oceano que simulam um recife natural, e podem proteger ou atrair vida marinha) e áreas de mergulho temático. O Programa tem como meta o lançamento de 10.000 blocos de recifes artificiais, em 14 pontos da plataforma rasa da Paraíba, entre os municípios costeiros de Lucena, Cabedelo, João Pessoa e Conde.

A bióloga Karina Massai abordou o problema do branqueamento dos corais, fenômeno relacionado com as mudanças climáticas, e apresentou a proposta do PREAMAR para proteger esse ecossistema. Ao final, o Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental Naufrágio Queimado deu a anuência para seguir com os procedimentos para a instalação dos recifes de recrutamento larval e dos viveiros de corais. ‘Isso é crucial para o licenciamento ambiental que estamos pleiteando junto ao Ibama e nos coloca um passo mais perto de transformar o nosso litoral’, afirmou o professor Cláudio Dybas.

O navio Naufrágio Queimado que leva o nome da APA foi construído em 1967 e era utilizado pelo serviço postal entre o Brasil e os Estados Unidos. Durante uma viagem ao passar pelo porto de Recife, o navio pegou fogo e afundou na praia de Tambaú.
TEXTO: Comunicação Funetec com IFPB
FOTOS: Carlos Soares / PREAMAR
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